terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A Língua e o seu poder!


A morte e a vida estão no poder da língua (Prov l8; 21). Precisamos de tomar cuidado para não desonrarmos ao Senhor com as nossas palavras; é que por meio delas seremos justificados ou condenados (Mat 12; 36,37).

A velha natureza está sempre ativa em nós, se não vigiarmos.

Como estamos prontos para falar mal, e mesmo murmurar uns contra os outros, em vez de atuarmos com graça, reconhecendo as nossas faltas e, sobretudo orarmos uns pelos outros (Gál 5; 26, Rom 14; 3, Tiago 4; 11 e 5; 9-16).

No tocante aos nossos pensamentos e sentimentos mútuos, devemos seguir igualmente o exemplo deixado pelo Senhor Jesus Cristo. Devemos ser submissos (sujeitos) uns aos outros, revestidos de humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo (Col 3; 12, 13).

Revesti-vos, suportai-vos, perdoai-vos.

O revestimento (vestir de novo) o novo homem, a nova criatura não é algo que o crente deva construir pelo seu próprio poder. A sua nova identidade toma forma à medida que vai conhecendo melhor ao Senhor. O bom relacionamento do crente com Ele, torna-o apto e pronto a ser tolerante, a perdoar e a amar de verdade.

Aquele que diz que ama a Deus e aborrece a seu irmão é mentiroso (I Jo 4; 20). Aquele que diz que não pode perdoar, está a condicionar a ação do Espírito Santo.

Se alguém diz ser religioso e não refreia a sua língua, antes engana o seu coração.(Tiago 1; 26).

Como cidadãos de uma pátria celestial, somos chamados à prática de uma conduta santa e ao exercício de uma linguagem sã que promova a edificação.

Há quem se glorie em proferir disparates!

A língua é um instrumento de grande poder, ela pode afetar a nossa vida, ela é como um fogo que descontrolado pode causar uma grande tragédia. E a tragédia é que todos temos uma língua que instila veneno, que nem sempre sabemos usar e que nenhum homem pode domar (Tiago 3; 8).

O esforço humano por si só não é suficiente. Ela só pode ser controlada pelo poder de Deus.

Não ignoremos que as más conversações, a blasfêmia, o mexerico, a malícia, a mentira, o juramento falso, têm o poder de arruinar, manchar, e corromper todo o caráter moral de uma pessoa ou comunidade.

Os crentes são aconselhados a despojar-se de atitudes e emoções conducentes a uma linguagem destrutiva.

A ira, a cólera, e a malícia são panelas de pressão que rebentam em palavras que magoam e destroem.

Assim, toda a linguagem que ameace destruir o ser humano deve ser evitada, mesmo extirpada.

Na comunidade cristã, convém que sejamos de um mesmo sentimento, pois se assim não for, como podemos cooperar uns com os outros e promover a edificação do Corpo de Cristo?Amar o nosso próximo passa, implicitamente, por respeitá-lo ainda que com os seus pontos de vista porventura diferentes do nosso e orar por ele. Senão vejamos mais uma vez o conselho da Palavra de Deus em I Pedro 3.8-10.Cuidado! Pagar na mesma moeda, responder à letra, tornar mal por mal, não é de modo nenhum prerrogativa do verdadeiro filho de Deus. Rom.12. 9-21, mas antes da criatura sem Deus.

Sejam sempre agradáveis as nossas palavras, visando a paz, a união e a felicidade de todos.

Um comentário:

António Jesus Batalha disse...

Olá meus queridos irmãos. Paz e graça de Jesus.
Parabéns pelo blog muito edificante. Eu acredito que; crescemos quando lemos, quando compartilhamos. Aprendendo uns com os outros, crescemos na graça e conhecimento da Palavra.
Aproveito a oportunidade para compartilhar também meu blog. Contém ensinos, de crescimento, edificação e exortação, muitos poemas e algumas músicas tudo dentro do carisma evangélico.
Ficarei feliz por vossa visita e muito mais ainda se nos seguir.
Que Deus continue a abençoar-vos ricamente. Antonio Batalha.

Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido. Efésios 5:33